mpg Falar no WhatsApp
Miura Investimentos · BTG Pactual
MPG Gestão Patrimonial
Para empresários que sabem separar dinheiro caro de dinheiro barato

Uma modalidade de crédito que os bancos tradicionais não oferecem.

Consórcio estruturado e FIDC dão acesso a capital de terceiros, com garantia de imóvel, a cerca de 1,1% ao mês — para empresários que usam crédito como ferramenta de alavancagem, não como saída emergencial.

~1,1% a.m.
Custo do capital
2 : 1
Garantia sobre crédito

A maioria dos empresários associa capital caro a um limite natural do crescimento.

Poucos consideram o inverso: capital barato, bem alocado, é motor de expansão.

Na prática, existem apenas duas alternativas conhecidas — arcar com juros bancários, ou operar sem alavancagem. Existe uma terceira via: acessar capital de terceiros a um custo menor, e usá-lo para gerar retorno acima do próprio custo do capital.

Essa alternativa é pouco conhecida — não por ser restrita, mas porque quem vende crédito caro não tem interesse em divulgá-la.

O mecanismo

Isso não é dívida. É alavancagem.

Esquece a ideia de "reestruturar uma dívida". É outra lógica. Funciona assim:

Você acessa capital de terceiros, a juros baixos

Cerca de 1,1% ao mês — muito abaixo do crédito bancário tradicional.

Você investe esse capital no seu negócio

Capital de giro, expansão, aquisição — onde o retorno da sua operação for maior que o custo do dinheiro.

O retorno paga o capital, paga as parcelas — e sobra margem

Quando o ROI do negócio supera o custo do capital, a operação se paga sozinha.

Isso não é promessa de retorno garantido — é matemática de alavancagem, e ela só funciona se o seu negócio gerar retorno acima do custo do capital.

A primeira peça

Consórcio estruturado não é o fim. É a ferramenta.

Esquece o consórcio que você conhece — aquele de "juntar um grupo pra comprar um carro". Não é isso. Aqui, o consórcio estruturado é um veículo: a estrutura jurídica e financeira que te dá acesso a esse crédito de terceiros, a cerca de 1,1% ao mês, muito abaixo do mercado bancário. Ele não é o objetivo — é o meio pelo qual você chega no capital.

2:1

A regra da garantia

O crédito liberado é sempre a metade do valor da garantia. Se você quer levantar R$ 1 milhão, precisa oferecer cerca de R$ 2 milhões em imóveis.

+

A garantia pode ser composta

Não precisa ser só sua, nem só da empresa. Você pode combinar patrimônio de pessoa física e jurídica — sócio, primo, tio, quem topar entrar — desde que cada um tenha renda compatível com o IR e nome limpo.

O problema do consórcio sozinho: a espera

A contemplação pode depender de sorteio, ou de um lance alto para acontecer rápido. É aí que entra a segunda peça.

A segunda peça

A peça que destrava tudo: o FIDC

FIDC significa Fundo de Investimento em Direitos Creditórios. Sem jargão: o FIDC é quem viabiliza o lance da contemplação, sem que sua empresa precise tirar dinheiro do caixa para isso.

Ele faz isso antecipando recursos com base nos recebíveis da operação e no imóvel dado em garantia — permitindo que o lance aconteça sem esperar sorteio, e sem descapitalizar a empresa no processo.

1

Consórcio

Garante o acesso ao capital de terceiros, com juros baixos — cerca de 1,1% ao mês.

2

FIDC

Garante a velocidade da contemplação, sem sacrificar o caixa da empresa.

3

Imóvel em garantia

Dá segurança para ambas as partes — empresa e fundo.

Não é sorte. É estrutura.

Sem letra miúda

Isso não é "por fora". É mercado regulado — e em expansão.

FIDC não é atalho nem operação de fundo de quintal. É instrumento regulado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dentro do mercado de capitais brasileiro. Toda operação tem uma estrutura de governança com papéis bem definidos:

Administrador fiduciárioResponsável legal pela estrutura
GestorAnalisa os créditos
CustodianteGarante a liquidação
Auditor independenteCheca tudo
R$ 90 Bi+
Movimentados em FIDCs em 2025
1.000+
Operações realizadas no ano
42%
De todas as emissões de renda fixa do país (ANBIMA)
Como funciona, passo a passo

Explicado do jeito que você explicaria pra um sócio

1

Antecipação de recebíveis

O FIDC antecipa o valor necessário para o lance, usando os recebíveis da operação como lastro — sem interromper o funcionamento normal da empresa.

2

Garantia real de parte a parte

O imóvel dado em garantia, somado à análise dos recebíveis, é o que torna a operação segura tanto para a empresa quanto para o fundo.

3

Desembolso escalonado

O capital pode ser liberado de forma gradual, respeitando o ritmo real do fluxo de caixa da empresa — não o ritmo "ideal" no papel.

4

Estrutura sob medida

Empresas com recebíveis consistentes conseguem desenhar o lance de forma personalizada, alinhada à sua realidade operacional — não a um pacote padronizado de banco.

Isso é pra você se...

Para quem essa estrutura faz sentido

A empresa precisa de liquidez rápida e não pode depender de um sorteio de consórcio.

Existe necessidade de capital estruturado para investimento — comum em transporte, incorporação e operações de expansão.

O valor envolvido é expressivo — operações de FIDC costumam se justificar a partir de R$ 5 milhões.

A empresa (ou o grupo que vai compor a garantia) tem imóveis disponíveis — sozinho ou somando com sócio, família — na proporção de cerca de 2:1 sobre o valor buscado.

Quem entra na garantia tem renda compatível com a capacidade de pagamento declarada no IR e nome limpo.

Se a maioria desses pontos descreve a sua situação, vale a conversa.

O que essa estrutura não é

Não é uma contemplação imediata — é fragmentada. O prazo varia de acordo com o tamanho do crédito que você precisa levantar. Cada caso é um caso, por isso a sua simulação é o que define o cenário real — e não uma régua genérica.

Não é uma linha de crédito para qualquer valor. Faz mais sentido para operações de montante elevado.

Não é uma decisão para tomar sem entender os números da sua própria operação.

Um detalhe que joga a seu favor: o maior interessado em acelerar a contemplação é o próprio FIDC — ele só recebe quando ela acontece.

O papel de quem te atende aqui é te dar informação clara para você negociar diretamente com o fundo — não empurrar uma venda.

Documentação

Documentos necessários para a análise

Para dar entrada na análise de crédito junto ao FIDC, a documentação abaixo é normalmente solicitada. A relação pode variar conforme o porte e a estrutura societária da operação — a confirmação final é sempre feita junto ao especialista responsável.

🏠

Imóveis em garantia

Carnê do IPTU dos imóveis ofertados em garantia

PF

Pessoa Física

Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) — última entregue

PJ

Pessoa Jurídica

Contrato social e alterações

Comprovante de faturamento dos últimos 12 meses

Balanço patrimonial do último exercício fiscal encerrado

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) dos últimos 12 meses

Lista preliminar, sujeita a complementação conforme a evolução da análise e as exigências específicas do fundo.

Simule

Quanto você pode levantar — e quanto custa

Baseado nas condições reais praticadas nas operações da MPG. Informe o valor líquido que você quer levantar e veja a estrutura estimada.

Estimativa ilustrativa, baseada em operações reais recentes analisadas pela MPG. Os números finais dependem da disponibilidade de grupos e da análise do fundo no momento da sua simulação — por isso o próximo passo é sempre uma conversa direta com um especialista.

O que fazer agora

Encerre o ciclo do capital caro

Se você chegou até aqui, já reconhece que esta não é uma "opção de crédito" genérica. É uma ferramenta de alavancagem, voltada a empresários que utilizam capital de terceiros de forma estratégica — e que dispõem de patrimônio para oferecer em garantia. O próximo passo é direto: uma conversa por WhatsApp, para avaliar se a sua operação se enquadra nesse modelo e, se fizer sentido, apresentar os números aplicados à sua realidade.

👉 Falar no WhatsApp