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Miura Investimentos · BTG Pactual
MPG Gestão Patrimonial
Para empresários com patrimônio imobiliário que buscam capital de giro estratégico

Uma engenharia de crédito que os bancos tradicionais não oferecem.

Capital líquido na conta da sua empresa, sem destinação engessada — recursos a cerca de 1,1% ao mês para alavancar seu negócio (expansão, aquisição, estoque), e não para apagar incêndios operacionais.

~1,1% a.m.
Custo-base do capital
2 : 1
Proporção de garantia imobiliária
A lógica financeira

Isso não é dívida bancária. É alavancagem de capital.

Se o seu negócio gera um retorno (ROI) superior ao custo desse dinheiro, a matemática se torna extremamente favorável. Sem complexidade desnecessária:

1

Você injeta capital competitivo no negócio

Aplica onde o retorno esperado supera com folga o custo de ~1,1% a.m. — aquisição de ativos, expansão de operação ou compras estratégicas.

2

A própria margem da operação paga a estrutura

Quando o retorno do projeto supera o custo do capital, a operação se sustenta sozinha. Não é promessa ou projeção irreal: é matemática de alavancagem.

Esclarecendo a estrutura

Entendendo o veículo jurídico da operação

Vamos direto ao ponto: para acessar esse capital com custo reduzido, a operação utiliza a estrutura de consórcio como ferramenta jurídica. Contudo, você não está buscando um consórcio — você está buscando crédito.

Ninguém constitui uma holding pela estrutura em si, mas sim pela proteção patrimonial e eficiência fiscal — a holding é apenas o veículo; a proteção é o objetivo. Aqui a lógica é idêntica: o consórcio é a engenharia jurídica que viabiliza a taxa baixa; o valor que entra na sua conta é crédito limpo e de livre destinação.

Estruturação sob medida (tailor made): o valor, o formato das garantias e o cronograma de liberação são desenhados de acordo com a necessidade real do seu fluxo de caixa.

2:1

A regra da garantia

Para captar R$ 1 milhão líquido, você apresenta cerca de R$ 2 milhões em patrimônio imobiliário como lastro.

+

Garantia composta

Não precisa ser um único imóvel da empresa — dá pra somar ativos da PJ, da PF, dos sócios ou de familiares, desde que haja renda compatível e regularidade cadastral.

O gargalo do consórcio tradicional

Se a operação dependesse exclusivamente de sorteio, ela não faria sentido para o seu planejamento — uma empresa não pode travar sua expansão aguardando a sorte. É aqui que entra a segunda peça.

A engrenagem de aceleração

A peça que destrava a liquidez: o FIDC

O FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) é uma estrutura regulada pela CVM que capta recursos institucionais para financiar operações corporativas. Nesta engenharia, em vez de a sua empresa retirar capital próprio do caixa para ofertar um lance, o FIDC aporta o valor do lance por você.

1

O FIDC viabiliza a contemplação

Antecipa o valor do lance utilizando os recebíveis da própria operação como lastro, preservando o caixa da sua empresa.

2

O imóvel consolida a garantia

Oferece a segurança jurídica necessária para a operação, protegendo ambas as partes.

3

Desembolso no ritmo da sua demanda

A liberação do capital ocorre de forma escalonada, alinhada ao cronograma de execução do seu projeto — evitando o custo de capital parado.

Não se trata de sorte. É engenharia financeira estruturada.

Diferenciais competitivos

Duas vantagens estratégicas que o crédito bancário comum não oferece

Além do custo muito abaixo da média de mercado e da liberação sob medida, esta estrutura entrega duas eficiências fundamentais:

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Preservação do seu limite no Banco Central

Por não se tratar de uma modalidade de dívida bancária tradicional, a operação normalmente não é registrada no Registrato (SCR/Bacen) da mesma forma que um empréstimo convencional — preservando, na prática, seus limites de crédito junto aos bancos comerciais.

Flexibilidade de saída

Sua empresa pode optar pela quitação antecipada ou negociar a cota no mercado secundário com desconto, mantendo controle sobre o passivo.

Segurança e governança

Mercado 100% regulado e auditado

O FIDC é um instrumento maduro, fiscalizado rigidamente pelas autoridades do mercado de capitais:

Administrador fiduciárioResponsável legal pelo cumprimento das regras do fundo
GestorResponsável pela análise rigorosa dos créditos e mitigação de risco
CustodianteAgente encarregado da guarda e liquidação dos recursos
Auditor independenteValida as demonstrações financeiras e a regularidade das operações

Indicadores do setor:

R$ 90 Bi+
Movimentados em FIDCs em 2025
1.000+
Operações realizadas no ano
42%
De todas as emissões de renda fixa do país (ANBIMA)
Critérios de elegibilidade

Para quem essa estrutura foi desenhada

Demanda por volume expressivo: operações estruturadas a partir de R$ 1 milhão líquido.

Lastro imobiliário disponível: imóveis (da empresa, dos sócios ou familiares) que somem cerca de 2x o valor a ser captado.

Foco em crescimento e alavancagem: destinação do capital para expansão, compras de oportunidade, fusões ou otimização de dívida cara.

Necessidade de prazo previsível: empresas que não podem ficar sujeitas ao tempo do consórcio tradicional.

Regularidade cadastral: garantidores com capacidade financeira comprovada e cadastro limpo.

Se a maioria desses pontos descreve a sua situação, vale a conversa.

Para quem essa estrutura não é indicada

Operações de baixo valor ou demandas emergenciais de curtíssimo prazo.

Empresas sem ativos imobiliários para composição de garantia.

Projetos tomados sem análise detalhada de viabilidade do fluxo de caixa.

Um ponto fundamental: o maior interessado na celeridade da contemplação é o próprio FIDC, cujo retorno depende da efetivação da estrutura.

O papel de quem conduz essa análise é apresentar as condições com transparência para que sua empresa negocie diretamente com o fundo — e não induzir uma contratação.

Etapa de análise

Documentação necessária para a análise de crédito

Para iniciar o estudo de viabilidade junto ao fundo, os documentos abaixo são solicitados inicialmente. A relação pode variar conforme o porte e a estrutura societária da operação — a confirmação final é sempre feita junto ao especialista responsável.

🏠

Imóveis em garantia

Carnê do IPTU atualizado dos imóveis ofertados

PF

Pessoa Física (sócios / garantidores)

Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) com recibo de entrega

PJ

Pessoa Jurídica

Contrato social e últimas alterações

Comprovante de faturamento dos últimos 12 meses

Balanço patrimonial do último exercício encerrado

DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) dos últimos 12 meses

Lista preliminar, sujeita a complementação conforme a evolução da análise e as exigências específicas do fundo.

Simulação

Quanto sua empresa pode levantar — e as condições estimadas

Informe o valor líquido necessário para o seu projeto e visualize a estrutura de capital estimada.

Estimativa ilustrativa, baseada em operações recentes analisadas pela MPG. As condições finais dependem da análise do fundo e dos grupos disponíveis no momento da contratação — por isso o próximo passo é sempre uma conversa direta com um especialista.

Perguntas frequentes

O que você provavelmente está pensando agora

Próximo passo

Substitua o capital bancário caro por uma estrutura eficiente

Uma conversa estratégica de 20 minutos é suficiente para analisarmos a viabilidade da operação para o seu negócio. Se fizer sentido, apresentamos os números exatos aplicados ao seu caso.

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